A GEO Capital, gestora brasileira com foco em investir, exclusivamente, em ações globais fora do País, está criando e treinando um robô com tecnologia própria capaz de sintetizar e sistematizar todas as variáveis fornecidas pelo time de análise. O objetivo da nova tecnologia é de compilar os critérios de qualidade das empresas e valuations projetadas e, frente aos preços de mercado, auxiliar a tomada de decisão para a construção do portfólio da gestora.

O mandato da GEO consiste em encontrar empresas de qualidade e investir nessas empresas quando estiverem negociadas abaixo do valor intrínseco calculado. “O nosso algoritmo hoje em dia é capaz de sintetizar e classificar todas as informações que fornecemos das análises, monitorar os preços das ações e nos fazer sugestões de compra e venda”, diz Gustavo Aranha, sócio da gestora.

As análises e decisões, porém, continuam sendo de responsabilidade do time. A equipe conta com 15 pessoas para tocar a operação de toda essa estratégia de investimentos. “Nós cobrimos um universo de 60 empresas e as acompanhamos de forma constante. Por conta disso, estamos em um movimento de ‘algoritmizar’ algumas etapas do processo, pois assim podemos focar nossos esforços na parte de análise”, completa Gustavo.

Sobre a GEO Capital

A GEO Capital, gestora brasileira com foco em investir, exclusivamente, em ações globais fora do País, utiliza um processo de investimento autoral que se baseia em três pilares: qualidade das companhias, preço a que estão sendo negociadas suas ações e o uso de tecnologia como suporte para análise e tomada de decisão. Hoje, a GEO conta com 60 empresas em seu universo de cobertura – número máximo limitado – consideradas de excelente qualidade de acordo com seus critérios e líderes em suas áreas. Em 2017, a gestora fechou uma parceria com a XP Investimentos e passou a oferecer um mínimo de R$ 25 mil para novos investidores terem acesso a sua carteira de ações globais.